Um erro. Isso foi tudo o que precisei para fazer com a minha única certeza fosse para o espaço. “E agora o que é que eu faço? O que é que eu vou fazer?”. Pedir desculpas não mudava em nada a minha situação agora... Afinal, ouvir “eu te desculpo” não me faria menos culpada. Uma parte de mim se considera uma completa idiota por estar arrependida e outra, evidentemente, se arrepende. Eu não devia me culpar... Não tínhamos nada. Mas ao mesmo tempo, algo, que de fato não consigo explicar nos mantinha “unidos”. Tínhamos tudo e nada, enfim... Tínhamos. É essa ideia de passado o que mais me atormenta! Você me disse pra fazer o que o meu coração mandasse e ele te entende... Mas não importa... Desse jeito errado, proibido, culpado e irracional ele ainda te quer.
“E não vai mudar, eu não vou desistir... Mesmo que eu sofra pra sempre! O que é que eu faço com meu coração? O que é que eu faço com meu coração? Eu sei, você não tem culpa do que estou sentindo... Só não quero perder você.”

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